A Impressora do Futuro

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Quem nunca ficou na mão quando precisou imprimir um trabalho urgente? Ou não caiu de costas com os preços dos cartuchos? Se depender do designer Faris Elmasu, estaremos livres de grande parte dessas encrencas com a Wax-on, um projeto de uma impressora à base de cera colorida, desenvolvida para a Yanko Design.

Cera? Isso mesmo, nada muito diferente dos saudosos giz de cera escolares. Além de serem infinitamente mais baratos, os blocos de cera acabariam de vez com o entupimento nas impressoras, além de serem ecologicamente corretos, não necessitando de plástico como os atuais cartuchos.Com design inovador, de linhas curvilíneas e modernas, a impressora ocuparia um espaço mínimo na mesa. E ainda promete qualidade de impressão similar as impressoras à jacto de tinta.

Agora é só esperar que essa maravilha entre no mercado o mais breve possível. Nossos bolsos e mesas abarrotadas agradecem.Fonte: Collecta blog

Evolução Memória ROM

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Arquitectura da ROM


Com a evolução da ROM seu próprio nome perdeu sentido pois os dados são gravados nelas apenas uma vez. Depois disso, essas informações não podem ser apagadas ou alteradas, apenas lidas pelo computador, excepto por meio de procedimentos especiais, mas seu foco não é para gravação com frequência. Vários aparelhos eletrônicos usam essa tecnologia, como leitores de DVD, placas de computador,taximetros, telemóveis. O firmware (o software gravado dentro da ROM) contribui para o funcionamento destes aparelhos. O firmware de um aparelho é c omo um sistema operacional, que além de fazer a comunicação entre o usuário e o aparelho, tem funções pré -programadas para execução quando solicitadas pelo usuário ou por um outro aparelho. O firmware pode ser actualizado caso seja necessário por alguma eventualidade ou erro de programação, mas para isto o aparelho deve estar funcional para poder fazer a actualização.

A memória ROM também foi bastante usada em cassetes de video-jogos.  Actualmente softwares de video-jogos utilizam “roms”, que nada mais são que os softwares extraídos de uma cassete.

Aplicações da Memória ROM

A memória ROM está presente em qualquer dispositivo digital, como por exemplo um relógio. Sempre que um computador é iniciado, ele necessita de informações existentes em algum lugar para carregar suas funções básicas e/ou principais de uma forma que elas sempre sejam acessíveis e não se apaguem ao interromper a alimentação.

Satélites, comandos, impressoras,telemóveis, todos os aparelhos digitais comportam uma ROM para realizarem suas tarefas básicas.

O uso da memória ROM vêm aumentando conforme surgem novas tecnologias, além de serem portadores de firmwares, hoje utilizam-se memórias flash (que também são memórias ROM) para o armazenamento de diversos tipos de dados.

Uma grande perspectiva para as Flash Rom é a possibilidade de um dia esta memória poder substituir de vez os tão usados discos rígidos, mas isto ainda não é possível, pois as memórias flash embora possam comportar diversos dados, ainda possuem capacidade muito menor do que os HDs enquanto o preço é bem superior.

A memória rom de seu micro é responsável pela a BIOS sistema que é responsável por “acordar” todos seus componentes e também pelo auto-teste responsável por fazer testes na memória e outros componente do hadware e também pelo Setup responsável pela configuração de sua máquina. Ou seja, é na memória rom que tudo começa.

Fontes :

Impressoras

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Uma impressora ou dispositivo de impressão é um periférico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de computadores, tem a função de dispositivo de saída, imprimindo textos, gráficos ou qualquer outro resultado de uma aplicação. Herdando a tecnologia das máquinas-de-escrever, as impressoras sofreram drásticas mutações ao longo dos tempos. Também com o evoluir da computação gráfica, as impressoras foram-se especializando a cada uma das vertentes. Assim, encontram-se impressoras optimizadas para desenho vectorial e para raster, e outras optimizadas para texto. A tecnologia de impressão foi incluída em vários sistemas de comunicação, como o fax.

As impressoras são tipicamente classificadas quanto à escala cromática (em cores ou em preto-e-branco), páginas por minuto (medida de velocidade) e tipo.

Tipos de Impressoras:

Impressora de Impacto

As impressoras de impacto baseiam-se no princípio da decalcação, e, ao colidir uma agulha ou roda de caracteres contra um fita de tinta dá-se a produção da impressão. As impressoras margarida e impressoras matriciais são exemplos de impressoras de impacto.

Impressora de jato de tinta

Essas impressoras imprimem através de um cartucho de tinta que vai de 3 à 30 ml. Algumas têm uma óptima qualidade de impressão quase se igualando às de Laser. São as impressoras mais utilizadas.

Impressora a laser

As impressoras a laser são o topo de gama na área da impressão e seus preços variam enormemente, dependendo do modelo. São o método de impressão preferencial em tipografia e funcionam de modo semelhante ao das fotocopiadoras.

Impressora Térmica

Embora sejam mais rápidas, mais económicas e mais silenciosas do que outros modelos de impressoras, as impressoras térmicas praticamente só são utilizadas hoje em dia em aparelhos de fax e máquinas que imprimem cupons fiscais e extractos bancários. O grande problema com este método de impressão é que o papel térmico utilizado desbota com o tempo, obrigando o utilizador a fazer uma fotocópia do mesmo.

No início do século XXI, modelos mais avançados, as impressoras de transferência térmica, difundiram-se ao permitir impressão em cores. Seu custo, todavia, ainda é muito superior ao das impressoras de jacto de tinta.

Impressora Solvente

Estas impressoras são indicadas para profissionais de comunicação visual e artes gráficas como: Bureaux, empresas gráficas, grandes varejistas, entre outras. Como utiliza tinta a base de solvente é ideal para fazer impressões de banners, imagens de grandes formatos para pontos de venda, faixas, adesivos em vinil, material para adesivação automotiva, outdoors, ampliações, entre outros.

Plotter

As plotters são especializadas em desenho vectorial e muito comuns em estúdios de arquitectura e CAD/CAM.

Fonte: Wikipédia

Conversor

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Ao aceder a este link poderá traduzir tudo o que quiser para linguagem binária.

link: http://nickciske.com/tools/binary.php

Evolução desde as disquetes até aos dvd’s

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Actualmente quase toda a gente tem um computador em casa e depara-se com a necessidade de transferir dados de uns computadores para os outros. Ao longo dos anos foram surgindo novas alternativas que no proporcionam transferir esses ficheiros, desde as disquetes, que no permitiam transportar pequenos ficheiros, até à mais recente tecnologia dos discos externos, que nos permitem transportar tudo o que temos no computador e ainda sobra espaço.
Disquetes – Surgem em 1969 com uma capacidade de 79.7 kB, posteriormente apareceram muitos outros modelos com diferentes capacidades em que a mais vulgar é a de capacidade de 1.44 MB. Actualmente esta em desuso, já quase nem existem computadores com entradas para disquetes. As disquetes nos anos 80 tiveram grande popularidade uma vez que os programas informáticos e os videojogos para o computador distribuíam-se neste formato. Já que naquela época os programas e os jogos não chegavam nem a 1 MB, cabendo perfeitamente nas disquetes.

Fonte da imagem: RecoveryLabs

Fonte: Wikipedia (disquetes)

CD (compact disc) – Surgiu em 1979 e foi comercializado a partir de 1982. Inicialmente utilizado na área da música e posteriormente na informática. É actualmente um dos mais conhecidos meios de armazenamento de dados/música. A sua principal vantagem é a sua pequena dimensão, sobretudo grossura, no entanto o seu inconveniente é que não se podem manipular os dados a não ser nos CD’s regraváveis Geralmente tem uma capacidade de aproximadamente 700 MB/ 80 minutos. A invenção dos cd’s pôs fim aos discos de Vinil.
Fonte: CD wikipedia.

;Fonte da imagem: Departamento Matemática/FCTUC

Zip – Surgiu em 1994 e tinha uma capacidade de 100 MB. Mais tarde surgiram modelos com capacidade de 250 e 750 MB. Não teve muito sucesso e é pouco usado actualmente, é um formato de compactação de arquivos mais difundido e utilizado pela Internet.

Fonte: Wikipedia(ZIP)
DVD – (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc). Foi criado em 1995 e tem uma capacidade de 4,7 GB; os chamados DVD de dual-layer (dupla camada) podem armazenar até 8,5 GB. É actualmente muito utilizado principalmente no mercado de vídeo, possui maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior. Dvd’s não regraváveis permitem somente uma gravação, tornando-se impossível apagar depois, enquanto os DVD’S regraváveis permitem apagar e regravar informação.

Fonte: DVD wikipedia

Fonte da imagem: UFRN

Evolução dos monitores

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Todo e qualquer aparelho, do mais simples ao mais complexo, requer dois elementos básicos para poder ser operado: um método de acção e um método que mostre o efeito dessa acção. Ao pedalarmos numa bicicleta, a bicicleta move-se. Ao teclarmos, vemos o resultado num ecrã. Mas, na década de 50, o ecrã de um computador era um conceito de ficção científica. O resultado da introdução de dados nos primeiros computadores electromecânicos ficava registado em intermináveis folhas de 80 colunas expelidas pelos teleimpressores. Só no cérebro prodigioso dos programadores tinha lugar a visualização propriamente dita do processamento de dados, num turbilhão de incontáveis sequências de dígitos, instruções, registos e endereços de memória.

Na altura, a televisão, muito popular nos EUA, já se afigurava como tecnologia ideal para dar um novo rosto ao computador, pelo que não tardou que o vídeo fosse adaptado como meio de saída de dados das gigantescas unidades de processamento dos anos 60. Nascia a era do terminal informático, se bem que muitos profissionais ainda os considerassem como meros teleimpressores de vidro.

TECLA PREMIDA, RESULTADO À VISTA

O VT52, da DEC, foi um dos primeiros terminais a fundir a introdução de dados via teclado com a visualização do respectivo resultado. O antigo método de programação informática, que antes se iniciava com cartões perfurados e finalizava em papel matricial, estava agora assimilado numa única consola de operação interactiva – uma consola com cujo ecrã se podia gerir e controlar todo um sistema computacional. Ou seja, monitorizá-lo.

O monitor rapidamente passou a ser a principal metáfora visual a que se associa qualquer aparelho informático: um altar para aficionados, sinal de terror para inadaptados, nota de enfado para melancólicos. No fundo, uma janela para a alma de cada computador e seus utilizadores.

CRT, LCD, TFT E MAIS QUÊ?

A evolução do monitor convergiria inevitavelmente com o progresso tecnológico dos sistemas de vídeo. Os PC da década de 80 reflectiam nos seus monitores de ecrã esverdeado o legado dos terminais da década anterior, mas outros sistemas aproveitavam recursos já existentes para apostar no entretenimento para toda a família. Consolas como a Philips Videopac, NES e Megadrive faziam da televisão de casa o seu próprio monitor, e os famosos computadores ZX Spectrum, C64 e Commodore Amiga seguiram-lhes o exemplo. Ainda hoje, a televisão continua a ser o derradeiro núcleo das inúmeras propostas de futuras casas inteligentes.

Contudo, o núcleo visual do computador moderno é sem dúvida o monitor TFT (transístor de película fina), uma versão avançada da tecnologia LCD. O sistema é engenhoso: através de uma corrente eléctrica direccionada, toda a matriz de cristais líquidos microscópicos posiciona-se na superfície do ecrã de modo a filtrar a luz uniforme emitida pelo monitor, gerando píxeis de cores. Mas outros métodos podem vir a ser ainda mais revolucionários. Com a tecnologia OLED, prevêem-se ecrãs que poderemos enrolar e levar para qualquer lado. E há em estudo dispositivos de projecção de imagem directamente na retina.

fonte: Dicionário Digital

Evolução da memória RAM – tecnologia das memórias

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DRAM (Dynamic Random Access Memory)

Era um dos tipos mais comuns de memória (RAM). Apenas conseguia manter dados por um curto período de tempo, pelo que tinha que ser renovada periodicamente. Só conseguia executar uma operação de cada vez: ou lia ou escrevia.

EDO (Extended Data Out)

Mais recente que a DRAM (1995) era mais rápida que esta entre 10 a 15%.

SDRAM (Static RAM)

Introduzida em 1996, conseguia manter dos dados na memória, pelo que não tinah que ser renovada. Muito mais rápida que a DRAM, era no entanto também mais cara. As memórias SDRAM foram fabricadas em várias velocidades 66, 100, 133, 200, e 266MHz.

DDR SDRAM (Double Data Rate Synchronous DRAM)

Permite a transmissão de dados nos dois sentidos em cada ciclo do relógio. Embora tenha uma velocidade de bus de 100MHz por ciclo, na prática a velocidade de transmissão de dados pode ir até aos 200MHz.

Direct Rambus

Extremamente rápida, faz transferências de 1.6 GBs a uma velocidade de 800MHz.

fonte: Scribd

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